É legítimo orar aos Espíritos bons, reconhecendo-os como mensageiros de Deus e executores de suas vontades. Eles podem atender pedidos e interceder favoravelmente. Contudo, seu poder está sempre em proporção com a superioridade que alcançaram e deriva inteiramente de Deus, sem cuja permissão nada se realiza. Não são fontes autônomas de poder, mas canais através dos quais a vontade divina se manifesta.
As preces dirigidas aos Espíritos só são eficazes quando aceitas por Deus — a hierarquia espiritual é clara e inquebrantável. Invocar auxílio dos bons Espíritos é prática válida desde que se reconheça a supremacia divina sobre todas as coisas. Eles não concedem por si mesmos; transmitem o que Deus autoriza. Esta compreensão evita tanto a negligência de recursos espirituais disponíveis quanto a idolatria que colocaria criaturas no lugar do Criador.