A provocação do aborto constitui crime em qualquer período da gestação, pois representa transgressão da lei de Deus. A mãe, ou quem quer que seja responsável pelo ato, comete falta grave ao tirar a vida de uma criança antes do nascimento. O crime não é apenas contra um organismo em formação, mas contra um Espírito que aguardava utilizar aquele corpo como instrumento para suas provas e experiências evolutivas.
O aborto impede uma alma de passar pelas provas a que o corpo em formação serviria de instrumento. O Espírito designado para aquela encarnação perde a oportunidade de evolução que havia escolhido ou que lhe fora designada, sendo forçado a aguardar nova oportunidade em circunstâncias possivelmente diferentes. A gravidade do ato está em frustrar um plano de progresso espiritual, não apenas em interromper um processo biológico. A responsabilidade recai sobre todos os envolvidos na decisão e execução do ato, proporcionalmente à participação de cada um.