Para o Espírito cuja encarnação é interrompida por aborto, a experiência equivale a existência que não chegou a acontecer — terá que recomeçar o processo em outra oportunidade. Não há progresso nem retrocesso; apenas adiamento.
A existência corporal que não se concretiza não conta como prova cumprida nem como oportunidade aproveitada. O Espírito permanece no ponto em que estava, aguardando nova chance de encarnar e realizar o que pretendia.