Quando uma encarnação falha por qualquer causa, não é necessariamente suprida de imediato por outra. É preciso dar ao Espírito tempo para proceder a nova escolha, exceto quando a reencarnação imediata corresponda a determinação prévia.
O planejamento reencarnatório admite ajustes. A falha de uma tentativa não obriga automaticamente a outra — há intervalo para reflexão e nova preparação. A exceção ocorre quando já estava previsto que, em caso de insucesso, haveria substituição imediata. O processo é menos mecânico do que poderia parecer; considera-se sempre a situação particular do Espírito.