Os Espíritos dos combatentes que morrem em batalha reagem de formas variadas: alguns continuam interessados no desenrolar do conflito, outros se afastam imediatamente. Não há regra única porque cada Espírito responde conforme sua natureza e o grau de apego que tinha à causa pela qual lutava.
Kardec acrescenta observação importante: como em toda morte violenta, o primeiro momento é de surpresa e atordoamento. O Espírito não percebe imediatamente que morreu e acredita ainda estar participando da ação. Continua tentando lutar, dar ordens, interagir com companheiros — sem entender por que ninguém o percebe. Só gradualmente a realidade de sua nova condição se impõe. Esse período de confusão é característico de mortes súbitas e inesperadas, quando não houve tempo para preparação ou desprendimento gradual.