A aparente prosperidade de pessoas que não demonstram gratidão nem reconhecem a origem de suas bênçãos não contradiz a justiça divina. O desfecho final deve ser considerado: pagarão preço elevado por felicidade que não mereceram. A lei de compensação estabelece proporcionalidade direta entre o que se recebe e as contas a prestar.
Essa observação adverte contra julgamentos baseados apenas nas aparências momentâneas. O sucesso material desacompanhado de mérito moral representa antes acúmulo de débitos que privilégio genuíno. A contabilidade espiritual opera em escala temporal que ultrapassa a existência individual, tornando ilusória qualquer vantagem obtida sem correspondente merecimento.