A função de Espírito protetor torna-se compromisso obrigatório após ser voluntariamente aceita, porém a escolha inicial de quem proteger permanece livre — o Espírito seleciona seres com os quais possui afinidade. A motivação para exercer essa função varia: alguns a desempenham com prazer genuíno, enquanto outros a encaram como missão ou dever a cumprir.
Essa combinação de liberdade na escolha com compromisso na execução assegura que a relação de proteção seja sustentada tanto pela afinidade quanto pela responsabilidade assumida. A diversidade de motivações não compromete a qualidade da assistência prestada, pois o essencial é a dedicação ao encargo uma vez aceito.