A alma de um homem de bem não pode animar o corpo de um celerado, pois não pode degenerar. O progresso moral é irreversível — quem alcançou bondade não a perde.
Por outro lado, a alma de um perverso pode tornar-se a de um homem de bem se se arrepender — isso constitui recompensa pelo esforço de transformação.
Kardec complementa: a marcha dos Espíritos é progressiva, jamais retrógrada. Podem descer como homens (posição social), não como Espíritos (nível moral). Herodes era rei; Jesus, carpinteiro — a categoria social não reflete necessariamente a elevação espiritual.