Esta questão busca esclarecer o conceito de infinito, frequentemente usado em relação a Deus. Os Espíritos definem o infinito de duas formas complementares: primeiro, objetivamente, como aquilo que não tem limites temporais (sem começo nem fim); segundo, subjetivamente, como o desconhecido — aquilo que escapa à compreensão humana.
Esta definição é importante porque reconhece os limites da inteligência humana. O infinito não é apenas uma grandeza matemática, mas representa tudo aquilo que transcende nossa capacidade de compreensão. Esta humildade epistemológica permeia toda a Doutrina Espírita.