Esta resposta breve mas profunda estabelece um limite fundamental: a natureza íntima de Deus está além da compreensão humana atual. Não se trata de falta de inteligência ou estudo, mas da ausência de um “sentido” — uma faculdade de percepção — que seria necessário para tal compreensão.
Esta posição é de humildade epistemológica: reconhece que há realidades que transcendem nossa capacidade perceptiva e cognitiva. Assim como um cego de nascença não pode compreender as cores, o ser humano em seu estágio atual não possui os meios para apreender a essência divina.