Os Espíritos elevados, ao contemplarem o sofrimento dos menos evoluídos, não experimentam aflição no sentido que poderíamos imaginar. Isso porque possuem certeza absoluta de que aquele sofrimento é temporário e terminará. Sabem que o mal não é eterno. Em vez de se entristecerem passivamente, dedicam-se ativamente a auxiliar os que sofrem, estendendo-lhes as mãos e trabalhando para que se melhorem.
Essa atividade de auxílio não é sacrifício penoso, mas fonte de genuína satisfação. O gozo dos Espíritos bons aumenta quando são bem-sucedidos em ajudar alguém a progredir. A compaixão deles não é sofrimento compartilhado, mas amor em ação. A certeza de que toda dor é transitória e de que todo Espírito eventualmente alcançará a felicidade transforma o que poderia ser tristeza em esperança ativa e trabalho construtivo.