A inferioridade moral da mulher em certas regiões não é natural, mas resultado do predomínio injusto e cruel que o homem assumiu sobre ela. Deriva das instituições sociais e do abuso da força sobre a fraqueza. Entre povos moralmente pouco desenvolvidos, a força usurpa o lugar do direito.
A subordinação feminina é produto da barbaria que confunde poder físico com legitimidade moral. A dominação masculina é sintoma de atraso evolutivo, não expressão de ordem divina ou natural. O progresso moral conduz inevitavelmente à equalização dos direitos entre os sexos.