O progresso intelectual engendra o moral tornando compreensíveis o bem e o mal. Quando o homem compreende a diferença entre ambos, pode efetivamente escolher. O desenvolvimento do livre-arbítrio acompanha o da inteligência, e com ele aumenta a responsabilidade pelos atos praticados.
A inteligência ilumina as opções morais; sem ela, não há escolha genuína. A compreensão amplia simultaneamente a liberdade e a responsabilidade. Quanto mais se entende, mais se pode escolher — e mais se responde pela escolha feita.