Os pais não carregam culpa pelo desvio moral de filhos que enveredam pelo mal apesar de terem recebido cuidados adequados. A responsabilidade pelo transviamento permanece com o próprio indivíduo que faz escolhas contrárias à orientação recebida.
Quanto mais difíceis as tendências naturais do filho, mais árdua se torna a tarefa educativa dos pais, e proporcionalmente maior será seu mérito se conseguirem reconduzi-lo ao bom caminho. A dificuldade da missão não gera culpa pelo eventual fracasso, mas amplia o valor do eventual êxito. O esforço persistente dos pais, ainda que não alcance resultado visível, possui mérito próprio independente do desfecho.