Espíritos malévolos podem efetivamente sugerir planos errôneos a um general com o propósito de conduzi-lo à derrota. Contudo, ele dispõe de livre-arbítrio para discernir entre inspirações verdadeiras e falsas. Se lhe falta critério para distinguir ideias equivocadas, sofrerá as consequências de sua deficiência.
A conclusão é severa: quem não possui discernimento suficiente para filtrar influências faria melhor obedecendo a comandar. A responsabilidade pelas decisões permanece com quem as toma, independentemente das sugestões recebidas de fontes visíveis ou invisíveis.