Muitas pessoas dotadas de capacidades perceptivas especiais não se consideram diferentes dos demais. Para elas, suas percepções são perfeitamente normais, e supõem que todos teriam experiências semelhantes se prestassem atenção ao que acontece consigo.
Esta naturalidade com que encaram suas faculdades explica por que muitos sensitivos não se identificam como tal. Não percebem nada extraordinário em si mesmos, apenas assumem que fazem o que qualquer pessoa faria se observasse a própria experiência interna.