Espíritos perfeitamente simpáticos que se reúnem não ficam unidos exclusivamente entre si para sempre. Entre os que atingiram a perfeição, todos estão reciprocamente unidos — a simpatia deixa de ser preferência excludente e torna-se amor universal. A perfeição dissolve as fronteiras que separavam grupos de afinidade, integrando todos numa comunhão mais ampla.
Nas esferas inferiores, a dinâmica é diferente: quando um Espírito se eleva, já não simpatiza como antes com os que ficaram abaixo. O progresso individual pode separar temporariamente os que eram próximos, criando distâncias que só serão superadas quando os retardatários também ascenderem. A união exclusiva é característica das fases intermediárias; a união universal é meta final onde todas as simpatias particulares se fundem numa só.