A objeção de que a ausência de pessoas más na Terra impediria certas provas necessárias recebe resposta reveladora: tal situação seria motivo de celebração, não de lamento. Nos mundos mais evoluídos, onde o mal não consegue estabelecer-se, habitam exclusivamente Espíritos virtuosos, demonstrando que a presença do mal não é condição permanente nem necessária.
A exortação que encerra a resposta é convite direto à ação transformadora: trabalhar para que a Terra alcance essa mesma condição. A existência do mal como campo de provas é característica transitória dos mundos inferiores, não necessidade eterna. O progresso coletivo pode eliminar gradualmente as condições que tornam certas provas dolorosas necessárias.