Os Espíritos reconhecem que não é possível estabelecer uma linha precisa de separação entre instinto e inteligência, pois muitas vezes se confundem. Porém, é possível distinguir os atos que decorrem de um ou de outro.
Esta resposta reconhece a continuidade entre instinto e inteligência, evitando divisões artificiais. Na prática, muitos comportamentos combinam elementos instintivos e intelectuais. A distinção é mais clara nos extremos — atos puramente instintivos versus atos claramente racionais — mas há uma vasta zona intermediária onde ambos se mesclam.